Escrito por admin em Mai 9, 2011
E porque adoramos viajar, continuamos a explorar outras terras portuguesas.
Em férias, ou, simplesmente, em fim-de-semana, há que aproveitar, tão bem quanto possível, estes dias quentes de Primavera. Desta vez, e mais uma vez, vamos até Trás-os-Montes e Alto Douro, descobrir uma terra, uma língua, uma dança, entre outros motivos de interesse turístico. Vamos preparar as nossas malas para conhecer… Miranda do Douro.
Quando chegarmos a esta vila amuralhada que se ergue frente às arribas do Douro e perto da fronteira com a Espanha, queremos provar especialidades gastronómicas como a Posta de Vitela à Mirandesa, o Cordeiro Assado na Brasa, a Sopa Transmontana com Castanhas, os Enchidos de Porco e a Bôla Doce e apreciar os trabalhos resultantes da arte da mão humana, presentes em actividades, como a confecção de trajes tradicionais, a feitura de instrumentos musicais, a cestaria, as rendas e os bordados.
Tempo e vontade não poderão faltar para uma visita ao Museu da Terra de Miranda, no qual esta localidade está representada em dois eixos fundamentais que são a população e o território. No entanto, esperamos também visitar outros tesouros monumentais, como por exemplo, a Sé Catedral, o Aqueduto do Vilarinho, a Fonte dos Canos, o Castro de São João das Arribas, a Igreja de Santa Cruz ou o Convento dos Frades Trinos, actualmente a Biblioteca Municipal.
É em Miranda do Douro que se pode escutar o único falar diferente do país. Elevada a segunda língua nacional e essencialmente marcado por uma grande rusticidade, o Mirandês é, sobretudo, uma língua do trabalho, do campo, do lar e do amor entre os Mirandeses. Para além da língua mirandesa, as Terras de Miranda também são conhecidas pela dança dos paulitos, uma dança guerreira muito antiga de origens celtas, executada pelos pauliteiros e sempre acompanhada pelo som produzido pelos gaiteiros e pelos tamborileiros.
Assim será a nossa visita a Miranda do Douro, cujo desenvolvimento turístico tem sido apoiado por uma capacidade de acolhimento diversificada, a qual engloba Estalagens, Pensões, Residenciais e Hotéis. Inesquecível pelos sabores da gastronomia, pelos sons da dança e pelas cores das paisagens. Inconfundível pelas formas de vida e de cultura tão características em Terras de Miranda.
Escrito por admin em Fev 28, 2011
Depois do Minho, segue Trás-os-Montes e Alto Douro. Embora não seja a primeira vez, pois no Verão passado estivemos na histórica Alfândega da Fé, é sempre uma aventura ver o que nos oferece as terras e as gentes transmontanas. Chaves foi a nossa cidade escolhida para o início deste mês de Fevereiro, pois não poderíamos deixar de visitar a 6º Edição de Sabores e Saberes Tradicionais de Chaves, nem o 3º Encontro de Danças e Cantares Tradicionais do Concelho, dois eventos bem representativos das tradições flavienses.
As estreitas ruas e ruelas tipicamente medievais são a imagem de uma cidade antiquíssima, que oferece como Património Monumental a Ponte de Trajano, o Largo de Pelourinho, a Torre de Menagem, a Igreja da Madalena ou o Castelo de Monforte.
Mas é, sobretudo, na gastronomia que Chaves revela uma enorme autenticidade. Os pratos regionais como o Cabrito Assado ou Estufado, o Cozido à Transmontana ou a Feijoada à Transmontana; as especialidades locais como o Arroz de Fumeiro, a Palhada, os Milhos à Romana ou as Trutas recheadas com Presunto; os divinos produtos de charcutaria como o Presunto, o Salpicão, a Linguiça ou a Alheira e as irresistíveis sobremesas como os Sonhos de Abóbora, os Filhós de Jerimu, o Doce de Cabaça ou o Doce de Chila, não deixam nenhum visitante, seja ele nacional ou internacional, indiferente. Isto para não falar do Folar de Chaves, do Pão de Centeio e, claro, do Pastel de Chaves, um verdadeiro símbolo da confecção pasteleira flaviense, ou não fosse ele um produto bastante divulgado e apreciado por todo o país.
Não deixámos a cidade de Chaves sem trazer, pelo menos, uma recordação. Para além das peças de linho ou das peças de porcelana pintadas à mão, o artesanato flaviense é marcado pela louça de barro preto de Vilar de Nantes, cuja produção, exclusivamente caseira, está virada para o uso doméstico.
Com uma origem que remonta aos Romanos, uma proximidade com a fronteira espanhola e umas águas termais medicinais, vale a pena visitar Chaves, cidade transmontana, na qual a tradição dos sabores e saberes locais é constantemente recuperada.
Escrito por admin em Jan 16, 2009
Pequena cidade da Tunísia, mas muito acolhedora, repleta de história e com marcas visiveis das constantes batalhas travadas com os muitos invasores que por la passaram! Um dos locais mais belos desta cidade é sem dúvida um antigo porto fenício. Os barcos deste povo sao muito belos,e so quem visita atentamente o o seu interior compreende o porquê deste povo dominar os mares durante alguns séculos.
O forte da cidade é outro ponto que nao pode faltar na sua visita, aqui se travaram grandes batalhas! Era um porto estrategico na Tunisia por isso era um dos alvos dos invasores.
Por fim não pode falhar a visita ao mercado de peixe, que tem espécies raras, jamais vistas num mercado do género em Portugal. Muitos dos peixes ali comercializados são capturados por pesca submarina em corais localizados ao longo desta bela cidade.
Escrito por admin em Jan 16, 2009
Cidade bastante bonita onde o campo e o mar parecem dar as mãos.
Conheci na minha visita a esta cidade maravilhosa um casal com 60 anos que vivem numa aldeia onde a mulher se dedica á agricultura e o homem é pescador. Ambos são muito simpáticos. É alias a imagem de marca desta linda cidade.
Destaco ainda a fantástica praia da póvoa com um areal mágnifico, tem bons hoteis e restaurantes com uma exelente gastronomia. É uma cidade que está a crescer de uma maneira sustentável ao contrário de muitas cidades portuguesas teve um plano de crescimento bem elaborado.
Escrito por admin em Out 10, 2008
Localizado no nordeste alentejano repartido por 4 freguesias ( S. João Baptista, Santa Maria da Devesa, Santiago Maior, localizadas na sede do Concelho e Nª Srª da Graça de Póvoa e Meadas, freguesia rural de Castelo de Vide) este concelho é um excelente destino de férias em Portugal. Está delimitado pelos concelhos de Marvão a sudeste, Portalegre a sul, Crato a sudoeste, Nisa a norte e Espanha a nordeste, tendo o Rio Sever como linha de fronteira.O património arquitectónico de Castelo de Vide é bastante rico. Destacam-se o castelo, o burgo medieval, as muralhas, o forte, a judiaria, entre outros. Este património constitui uma grande atracção turística, sendo a economia local assente no turismo.
Existem bastantes animais nesta região tais como o veado, o javali, o toirão, o texugo, o geneta, o saca-rabos, a raposa, o gato-bravo e o coelho. Uma flora rica é algo que não falta em Castelo de Vide.As linhas de água sazonais são abundantes e as principais ribeiras (S. João, da Vide e de Nisa) irrigam os campos fazendo com que algumas zonas apresentem bons níveis de humidade durante a maior parte do ano. Isto permite a existência de boas zonas de pastagens e o cultivo de várias espécies hortícolas.
Sem dúvida um concelho a visitar. Como a economia da região depende muito do turismo não falta onde pernoitar. Muito para observar é recomendado que passe pelo menos 15 dias nesta região. Certamente não se irá arrepender.