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Caldas da Rainha – A Capital do Comércio Tradicional

Escrito por admin em Dez 20, 2010

Com o Natal a chegar, aumenta cada vez mais a vontade de passear, quanto mais não seja para fazer as compras natalícias com antecedência e não deixar tudo para a última da hora.

Nada melhor do que juntar o útil ao agradável, escolhendo um novo destino, aliando, assim, a vontade de lazer com a necessidade de fazer compras. Assim sendo, a nossa sugestão recai, mais uma vez, numa cidade do Oeste português. Caldas da Rainha é o seu nome e deve-o à Rainha Dona Leonor, esposa de Dom João II. Esta cidade tão peculiar bem que poderia ser a rainha dos últimos destinos de 2010.

Do primeiro hospital termal do mundo até ao Mercado Diário, passando pelo seu artesanato tão típico, Caldas da Rainha é uma verdadeira pérola citadina para quem a visita. O Hospital Termal mandado construir, em 1485, pela Rainha Dona Leonor, é famoso pelas suas águas sulfurosas com poderes terapêuticos e atrai, anualmente, centenas de turistas para o tratamento de doenças reumáticas e respiratórias. O Mercado Diário, também conhecido como a Praça da Fruta, é o ex-líbris da cidade desde há muitos anos e lá pode adquirir as frutas e os legumes sempre frescos, para dar mais cor e sabor à sua mesa de Natal.

Mas um passeio turístico pelas Caldas da Rainha permite conhecer, também, um estimado património histórico-cultural. Alguns exemplos são a Igreja da Nossa Senhora do Pópulo, fundada pela Rainha Dona Leonor e cuja arquitectura combina os estilos manuelino, renascentista e maneirista; o Chafariz das Cinco Bicas, uma construção de estilo barroco; a Ermida de São Sebastião, classificada como Imóvel de Interesse Público; a Ermida do Espírito Santo, erguida no século XV e restaurada no século XIX; a Estação Ferroviária, construída em finais do século XIX, cujas paredes do cais estão revestidas por onze painéis de azulejos, nos quais estão representados os pontos mais importantes da cidade e também da região.

Visitar Caldas da Rainha é visitar, ainda, um dos maiores conjuntos museológicos do país, com destaque para o Museu de Cerâmica, o Museu de José Malhoa, a Casa Museu Rafael Bordalo Pinheiro, o Museu Barata Feyo, o Atelier-Museu António Duarte ou o Atelier-Museu João Fragoso. Para desfrutar de um refrescante e repousante passeio ao ar livre, que tal uma ida ao Parque Dom Carlos I, onde poderá encontrar um lago, um parque infantil, um campo de ténis, um parque de merendas e uma esplanada.

O artesanato das Caldas da Rainha até que pode ser uma ideia para as suas ofertas natalícias. Certamente que terá pessoas na família ou no seu círculo de amigos e de conhecidos que gostarão dos Bordados de Dona Leonor, assim chamados por terem sido criados pela própria rainha e pelas suas damas da corte. Produzidos sobre pano de linho grosso, apresentam motivos de ângulos, espirais, aranhiços e corações, sendo o mel e a canela as cores predominantes. Para os mais atrevidos e sem pudor, mas com muito humor, ofereça uma peça decorativa da tão característica louça das Caldas, a qual há para todos os usos e tamanhos. Para os mais sérios, a oferta pode consistir nas louças de uso utilitário para a cozinha, como por exemplo, as bonitas travessas, tigelas, saladeiras ou bomboneiras. Para os mais populares, porque não oferecer a peça mais típica da cerâmica caldense, ou seja, uma estatueta do Zé Povinho, símbolo de Portugal e do povo português. Para os mais mimosos, ofereça um dos doces típicos das Caldas, como os Beijinhos, a Lampreia de Ovos, as Cavacas das Caldas ou as Trouxas das Caldas. Como vê, nas Caldas da Rainha, encontrará presentes natalícios para miúdos e graúdos e para todos os gostos e feitios.

Uma vez nas Caldas da Rainha, não deixe de provar os aromáticos e leves vinhos da região, bem como os pratos regionais, a saber, o Cozido à Portuguesa, o Bacalhau Dourado ou o Ensopado de Enguias da Lagoa. Se for sua intenção permanecer mais do que um dia na cidade, fique sabendo que esta dispõe de várias unidades de alojamento, destacando-se o Caldas Internacional Hotel, o Hotel Cristal Caldas e o Hotel Dona Leonor, entre várias pensões e residenciais.

Assim é Caldas da Rainha, a cidade portuguesa conhecida como a Capital do Comércio Tradicional, ou não tivesse ela aproximadamente 600 estabelecimentos dos mais diversos ramos de actividades comerciais e nos quais o comércio retalhista representa a quase totalidade da ocupação profissional e empresarial. Venha até às Caldas da Rainha, valorize as artes tradicionais desta cidade e aproveite para fazer algumas compras para o Natal que aí se aproxima.

 
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Santiago de Compostela – A Cidade Santa

Escrito por admin em Dez 6, 2010

Estamos em Dezembro, mês de feriados e de festas. E mais um ano de Férias e de Viagens baratas que está prestes a terminar. Contudo, há um destino que não pode deixar de visitar, ou não fosse este um Ano Jacobeu. Capital da Galiza, Património da Humanidade desde 1985, Capital Europeia da Cultura em 2000 e um dos três grandes focos da peregrinação cristã. Estamos, obviamente, a falar de Santiago de Compostela, cidade espanhola mundialmente famosa pelos seus Caminhos da Fé.

Mas Santiago de Compostela não é só uma cidade religiosa. Este local, ponto de encontro de tantos homens e culturas, é também uma cidade turística, monumental, gastronómica, artística, comercial, universitária… A Catedral de fachada barroca, onde acorrem os peregrinos que perfazem os Caminhos de Santiago, é a imagem de marca de uma cidade com momentos de muita fé para os católicos de todo o mundo e a meta final de todos os Caminhos de Santiago, tornando-se, por isso, na visita obrigatória para todos aqueles que chegam à cidade. Outras jóias monumentais também devem ser incluídas no itinerário turístico, como é o caso, dos mosteiros, dos conventos, das casas senhoriais, das praças e das numerosas igrejas. O Museu da Catedral, o Museu das Peregrinações, o Museu da Terra Santa, o Museu da Arte Sacra ou o Museu do Povo Galego são alguns dos nomes que fazem parte do distinto património museológico. O Centro Galego de Arte Contemporânea, assim como, outras galerias de arte, com entrada gratuita e com galeristas altamente formados e informados, oferece prestigiadas colecções de artistas internacionalmente famosos e exposições de artistas locais, o que permite aos amantes da natureza descobrir perspectivas artísticas, não só de Santiago de Compostela, mas também da Galiza.

Se, por um lado, Santiago de Compostela tem um património cultural indiscutível; por outro lado, também o seu património natural é digno de menção. Os espaços verdes são uma presença na paisagem compostelana e a apreciação da Natureza é um cruzamento de sentidos como cheirar a terra molhada, ouvir a erva a ser cortada ou ver as plantas a florescer. Dar um passeio pelos Parques e Jardins de Santiago permite descobrir vistas panorâmicas da antiga Compostela e uma ida aos miradouros, autênticas varandas privilegiadas sobre a cidade, permite comprovar duas realidades que definem este lugar, que são a omnipresença da catedral e a estreita relação da cidade com o ambiente natural.

A gastronomia compostelana é de primeira classe, até porque na Galiza, comer é sempre um prazer! Para além da doçura do tradicional pequeno-almoço de chocolate quente com churros, as restantes refeições caracterizam-se pela excelente qualidade dos ingredientes locais, que vêm tanto da terra como do mar, o que permite confeccionar deliciosas iguarias como os suculentos petiscos, o caldo galego, a vitela galega, o polvo galego ou os mariscos, cozidos ou grelhados, quentes ou frios. Para acompanhar as refeições, são muitos os vinhos a escolher e para sobremesa há inúmeros queijos, dos quais se destaca o queijo tetilla pelo sabor suave e pela inconfundível forma. Para as bocas ainda mais doces, há as pedras de Santiago, os caprichos de Santiago, as tabletes de chocolate de produção local e a famosa Tarte de Santiago, que já conta com dois séculos de história.

Não será difícil assistir a manifestações culturais como festas populares, festivais anuais de música, dança, cinema e teatro, exposições permanentes e itinerantes e outras manifestações artísticas, que animam, cada dia e cada noite, a vida dos compostelanos, uma vez que a agenda cultural desta cidade está sempre preenchida.

Há duas coisas que não pode deixar de fazer, antes de deixar a cidade: visitar o centenário Mercado de Abastos e deparar-se com a presença e a essência dos produtos galegos e passar pela Universidade de Santiago de Compostela, uma das universidades mais antigas da Espanha e da Europa, com uma ampla e variada oferta de cursos de língua e cultura espanholas.

Já agora, aos familiares e aos amigos que ficaram por terras portuguesas, ofereça algo que esteja relacionado com o artesanato compostelano, como por exemplo, objectos de prata, amuletos de azeviche, peças em coiro, reproduções do traje tradicional galego ou, em último recurso, por que não uma Tarte Típica de Santiago de Compostela.

Diz o povo, que quem não vai a Santiago de Compostela de vivo, vai de morto. Seja como for, nada melhor do que a vida para uma ida! Aproveite os últimos dias deste Ano Santo Compostelano para conhecer esta terra multicultural de acolhimento universal, meta de uma milenária rota de peregrinação. E que tal, no próximo dia 8 de Dezembro, Dia da Nossa Senhora da Imaculada Conceição, feriado em Portugal e também em Espanha? Rume a Santiago de Compostela e conheça os ritmos, os rituais, as rotas e as rotinas dos compostelanos.

 
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Porto Santo – A Ilha Dourada

Escrito por admin em Nov 22, 2010

Chegou o tempo mais frio e mais chuvoso. Mas nem por isso, deixamos de viajar. Sim, porque há sempre quem possa escapar da rotina diária e, até mesmo, das responsabilidades laborais. Desta vez, vamos deixar o Portugal Continental, mas não deixamos de visitar território lusitano. Isto porque, depois de uma visita à ilha da Madeira, agora é a vez de uma visita à ilha do Porto Santo.

Com uma praia de nove quilómetros de extensão, de águas azuladas, límpidas, calmas e cristalinas e de vastas areias finas e amareladas com propriedades terapêuticas, o Porto Santo, conhecido como a Ilha Dourada, caracteriza-se, para além do modo de vida pacato e recatado dos seus habitantes, das superfícies elevadas e dos locais recônditos, por um clima estável e seco, com pouca variação das temperaturas entre as estações, o que torna, desde logo, muito agradável fazer praia durante todo o ano. Passeando a pé pelas veredas ou pedalando pelos trilhos, pode-se apreciar a beleza primitiva das paisagens desta ilha, descoberta em 1418, por João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira.

Tendo 11 quilómetros de comprimento e 6 quilómetros de largura, percorra a Ilha Dourada de Norte a Sul e de Este a Oeste. A maioria da actividade do Porto Santo, assim como, a maioria da população da ilha, está focada na pequena cidade de Vila Baleira, situada a Sul. É nesta cidade capital que se encontra o Largo do Pelourinho com os edifícios da antiga e da nova Câmaras Municipais e o moderno Centro Cultural e de Congressos; o Jardins do Infante com o Padrão das Descobertas, inaugurado precisamente há 50 anos e que tem, em cada uma das suas faces, relevos alusivos aos Descobrimentos Henriquinos; a Casa Museu Cristóvão Colombo, onde, para além de mapas, iluminuras e instrumentos de navegação, também se pode encontrar um busto esculpido do navegador genovês; o pequeno porto da ilha, que abriga alguns cruzeiros, a pequena frota pesqueira e o ferryboat que faz, diariamente, a ligação com a cidade do Funchal.

Na parte ocidental da ilha são muitas as atracções turísticas. É o caso da Quinta das Palmeiras, uma espécie de mini-zoo e de mini-jardim botânico, onde não faltam pássaros e plantas exóticos; da Adega das Levadas, uma empresa vinícola familiar que acolhe visitantes e onde laranjeiras, vinhas e canas-de-açúcar crescem nos seus pequenos terrenos; do Morenos, um encantador local para todos aqueles que gostam de fazer piqueniques; de recintos desportivos como o Clube de Hipismo, o Campo de Golfe e a Academia de Ténis.

O Norte da ilha, por sua vez, é conhecido pelo Museu Cardina, uma das ofertas culturais mais procuradas e, como tal, mais visitada. Este museu etnográfico, construído num moinho de vento, dispõe de um vasto espólio, onde se pode encontrar diferentes tipos de peças e artefactos que retratam o dia-a-dia da população do Porto Santo desde os tempos do povoamento.

Finalmente, a leste da ilha sobra o Pico do Facho, ou seja, o pico mais alto da ilha, com mais de 500 metros de altitude e, sobre o qual, pode desfrutar de uma fabulosa vista panorâmica do Porto Santo.

Existem muitos e variados restaurantes espalhados por toda a ilha, onde se pode deliciar com algumas iguarias, que constituem as especialidades gastronómicas, como por exemplo, a sopa de trigo, o milho cozido ou frito, a espetada de carne de vaca, os filetes de espada com molho tropical e as serralhas utilizadas na confecção de saladas; o vinho do Porto Santo, velho ou novo, é normalmente servido como aperitivo; o Bolo do Caco, os Biscoitos Torrados, as Broas de Mel, as Capelas de São João, as Rosquilhas Típicas do Porto Santo, o Pudim de Requeijão e a Mousse de Maracujá estão na lista das sobremesas.

Porto Santo é rico em artesanato: com os entrelaçados de palmito concebem-se diversos utensílios como chapéus, carteiras, cintos e forros para copos e garrafas; cestos e cestas são feitos a partir da canavieira; muitas peças decorativas e funcionais são moldadas a partir do barro; utilizando a madeira recriam-se miniaturas de carros de bois, lagares e demais instrumentos de labor; peças de artesanato funcionais, como por exemplo, candeeiros de mesinha de cabeceira, tocadores de instrumentos musicais, molduras e guarda-jóias são concebidos a partir de conchas e búzios recolhidos na baía.

A Ilha Dourada também é famosa pelo seu conjunto de festividades, das quais se destacam as já consagradas Festas de São João com as Marchas Populares a terem honras de transmissão televisiva; as festas religiosas da Nossa Senhora da Graça e da Nossa Senhora da Piedade, a 14 e 15 de Agosto e a 30 e 31 de Agosto, respectivamente, sempre com procissões e com arrais de comes e bebes; a Festa das Vindimas com a colheita, a pisa da uva e uma prova de vinho grátis; o Festival Colombo que, ao longo da terceira semana de Setembro, entre cortejos, feiras e mercados, homenageia este ilustre navegador do século XV.

Para lá de um ambiente calmo e repousante que tão bem caracteriza o Porto Santo, a Ilha Dourada também oferece verdadeiros momentos de convívio, de lazer e de muita animação, não só para os seus habitantes, como também para os turistas que ao longo de todo o ano a visitam. Por via marítima ou por via aérea, venha até ao Porto Santo e instale-se na unidade hoteleira que mais lhe convir, tendo à sua escolha hotéis, residenciais, pensões, apartamentos turísticos, uma Pousada da Juventude e um Parque de Campismo, e conheça a outra parte do arquipélago da Madeira, na qual existe sempre qualquer coisa para satisfazer qualquer um.

 
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Quem passa por Alcobaça…

Escrito por admin em Nov 22, 2010

“Quem passa por Alcobaça, não passa sem lá voltar”, diz a velha frase. E ao que tudo indica, parece ser verdade, pois a cidade portuguesa localizada no Litoral Oeste, banhada pelos rios Alcoa e Baça, é motivo de orgulho para os alcobacenses e motivo de fascínio para aqueles que a visitam e revisitam.

Aproveite você também para visitar esta cidade nos próximos dias, isto porque, de 18 a 21 de Novembro, decorre a XII Mostra Internacional de Doces e Licores Conventuais. É no Mosteiro de Alcobaça, Monumento Nacional desde 1910, Património Mundial desde 1989 e uma das Sete Maravilhas de Portugal desde 2007, que poderá cometer o pecado capital da gula e deliciar-se com as trouxas de ovos, os crepes com amêndoa, as Delícias de Frei João, o Pudim de Ovos dos Frades do Convento, as Barrigas de Freira, os Tachinhos à Dom Abade, as Broinhas e os Biscoitos de Alcobaça, as Grades e as Gradinhas de Alcobaça, os Escaldadinhos e os Triângulos, sem nunca, mas nunca, esquecer o aromático e saboroso Licor de Ginja. No Mosteiro de Alcobaça, aproveite também para apreciar os túmulos dos eternos apaixonados Dom Pedro e Dona Inês de Castro, duas verdadeiras obras-primas da escultura gótica em Portugal.

Faça ainda uma visita às Ruínas do Castelo de Alcobaça fundado pelos Árabes, aos setecentistas Arcos de Cister e à Igreja da Misericórdia edificada no século XVI e restaurada no século XIX e conheça, também, o património museológico de Alcobaça, nomeadamente, o Museu Nacional do Vinho, o Museu Atlantis, o Museu Raul da Bernarda, o Museu dos Coutos de Alcobaça e a Casa Museu Vieira Natividade.

Almoce ou jante num dos vários restaurantes da cidade e experimente especialidades gastronómicas como o Frango na Púcara, o Porco à Abade de Cister e o Cherne à Frei João e, para sobremesa, peça uma fatia de tarte de frutas, pois Alcobaça é nacionalmente conhecida pela sua fruticultura de qualidade; quem nunca ouviu falar das coloridas, sumarentas e saborosas Maçã de Alcobaça e Pêra Rocha do Oeste?

De regresso a casa traga qualquer coisa típica de Alcobaça para si ou para oferecer a alguém. Produtos não faltarão, o difícil será mesmo escolher entre o fabrico artesanal de toalhas bordadas, tapeçarias, cestas de verga, mantas de farrapos, lenços “alcobaças” e decorações e estofos feitos a partir dos mimosos panos de chita, e o fabrico industrial de faianças, porcelanas e cristais.

Dispondo de quase duas dezenas de unidades de alojamento, prepare já a sua vinda a Alcobaça e encante-se com o sumptuoso Mosteiro de Alcobaça, com as apetitosas guloseimas conventuais e com os requintados produtos típicos desta cidade localizada no centro do país. Visite Alcobaça, agora e sempre. Afinal, quem passa por Alcobaça, não passa sem lá voltar!

 
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Figueira da Foz – A Rainha da Costa de Prata

Escrito por admin em Nov 15, 2010

Se ainda é daqueles que está de férias, então aproveite os últimos dias quentes e secos deste ano para passar uma estadia na Figueira da Foz, cidade portuguesa conhecida como A Rainha da Costa de Prata pelos seus 12 quilómetros de praias lançadas ao longo do Atlântico, nas quais se disputam vários campeonatos desportivos, como por exemplo, o mundialito de futebol de praia e o campeonato de surf.

O escritor português Ramalho Ortigão escreveu uma vez «Não tem outro remédio senão vir à Figueira quem quiser ver a mais linda praia de banhos de Portugal». E o facto, é que são milhares as pessoas, que todos os anos se deslocam à Figueira da Foz, para uma temporada ou uma simples visita.

O mar Atlântico, o rio Mondego e a Serra da Boa Viagem desenham um triângulo de ofertas naturais, que não podem, nem devem passar despercebidas. Motivo para a Figueira da Foz ser, actualmente, uma referência para a actividade turística; mas não só, pois muito mais há para conhecer, sentir e viver nesta cidade localizada no centro do país a 1 hora do Porto, a 1 hora e meia de Lisboa e a 30 minutos de Coimbra.

O Forte de Santa Catarina, juntamente com a Fortaleza de Buarcos e o Fortim de Palheiros, fez, em tempos passados, parte de um grupo de fortificações de defesa aos ataques dos piratas e corsários sofridos na costa litoral. Outro local incontornável é o chamado Passeio Atlântico. A pé, de bicicleta ou de skate, este local é adequado para fazer grandes caminhadas. Aqui familiares e amigos encontram-se debaixo do Sol ou da Lua, mas sempre em frente ao mar. Junto à bonita Torre do Relógio está a Esplanada Silva Guimarães que, marcada pela elegância da Casa das Conchas, também é um dos pontos de encontro de excelência da cidade. O Picadeiro, situado em pleno coração do Bairro Novo, é a zona dos cafés, restaurantes e bares e promete sempre um vasto leque de possibilidades de entretenimento urbano. E para aqueles que não dispensam um fim de tarde animado ou uma noite bem divertida, por que não uma ida ao Casino da Figueira da Foz e aproveitar para conhecer o seu emblemático Salão Nobre? Ou, se preferir, por que não uma visita ao Centro de Artes e Espectáculos, o qual oferece espectáculos culturalmente aliciantes? Ou, então, o Museu Municipal Doutor Santos Rocha, com destaque para a colecção de peças de arte contemporânea?

Na Figueira da Foz encontrará diversos tipos de alojamento: os requintados hotéis de 2, 3 e 4 estrelas, as modestas mas confortáveis pensões de 2º e 3º categorias, os divertidos Parques de Campismo ou, até mesmo, um espaço de turismo rural, como é o caso da acolhedora Casa da Azenha Velha.

E quanto à gastronomia, até ao dia 28 de Novembro do corrente ano, Figueira da Foz está em destaque com o evento Figueira Gastronómica 2010. É que as águas extensas da Figueira garantem a quantidade e a qualidade do sempre fresco, saboroso e nutritivo peixe, quer do mar, quer do rio. Desde que os primeiros homens se instalaram nesta região até aos dias de hoje, são os deliciosos pratos de marisco, de sável, de lampreia e de tantos outros peixes tradicionais a base da culinária figueirense, sendo a lula grelhada e o bacalhau com batatas a murro as grandes especialidades. Para satisfazer as bocas mais doces, Figueira da Foz oferece aletria, fatias douradas, bolos de sangue, papas de moado, broas doces e, claro, como não poderia deixar de ser, as nacionalmente famosas Brisas da Figueira.

Terra de um passado remoto, de um presente agitado e de um futuro que promete ainda mais desenvolvimento e progresso, Figueira da Foz do Mondego é caracterizada, entre muitas outras coisas, por um valioso património natural e cultural, por uma gastronomia de excelência, por diversas unidades de alojamento e por muita animação nocturna, aspectos que tornam esta cidade num destino ímpar no Litoral português.

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